quinta-feira, 26 de março de 2009

To where the skies are blue...


O sol se põe mais uma vez
Enquanto eu sento aqui e sinto as lágrimas
Caindo em minhas bochechas
Não, não estou com medo do escuro
Mas quanto mais escuro isso se torna, mais eu percebo
Que não há ninguém para depender
Ninguém para acreditar
E então eu espero para morrer aqui sozinho
Como a luz morre enquanto está se apagando
Porque ninguém sabe ao certo
Que o sol queimará através da noite fria mais uma vez

Para onde o céu é azul

Então eu rezo para que alguém
Venha e faça minha vida parecer como se ainda valesse ser vivida
Então, eu rezo para que você venha
(Para empurrar-me para fora dessa escuridão
E me levar para o lugar onde o céu é sempre azul...
Nada me destrói mais do que o pensamento de perder este sentimento
Nada me completa mais do que você)
E então eu espero para morrer aqui sozinho
Como a luz morre enquanto está se apagando
Porque ninguém sabe ao certo
Que o sol queimará através da noite fria mais uma vez

Mas as coisas mais difíceis a se dizer
São as palavras que mais importam
Então venha anjo, diga que você me ama
E nada nesse mundo jamais me assustará novamente
Leve-me para onde o céu é sempre azul...

terça-feira, 10 de março de 2009

De punho fechado.


Talves eu não saiba mesmo mais que sou. Talves eu só queira reecontrar isso.
Talves ele tenha chegado, e eu tentei esconder e desafiar, mas será que eu consigo?
Será que eu consigo entender? Ou será que eu não deveria?
Talves minha experiência, meus olhos de boneca, minhas pernas e pele de boneca não foram capazes de me dizer quem realmente sou. O que realmente quero. O que eu faria pra mudar meu destino, meu passdo, meu futuro.
Talves essas dores desaparecessem num passe de mágica. Talves um dia eu jamais devesse sentir, ou pensar. Assim como um andróide, seria tudo mais fácil não sentir. Sem sonhar, sem DESEJAR...
O mundo gira em milhares de proporções, e no MEU MUNDO, você gira diferente. Assim como numa combinação de números que querendo ou não, já mudou minha vida. Assim como uma música que já tenha me marcado. Assim como olhos que já tenham me penetrado.
Você gira em torno do passado, do presente, do futuro. Mas é tão incerto esse 'futuro', que nem sequer ouso comentá-lo. Ele é vil, é fraco.
As possibilidades dele realmente existir já se foram há muito, e eu não tenho nada pra dizer, a não ser que sinto saudade dos poucos momentos. Momentos esses que marcaram como uma cicatriz.
Você foi embora antes mesmo de decidir ficar. Sua voz ecoa como submarino em mim. Seus olhos ardem como fogo. Sua pele esquenta como a quente brisa dos dias de primavera.
Sem tudo isso, não há calor, não há beleza no mar, não é possivel enchergar os submarinos, não se vê mais belos olhos. Sem você, talves eu simplesmente NÃO EXISTA.
Frágil existência a minha que depende de tão pouco pra que continue feliz.
Com o punho fechado eu admito que sou fraca, que sou vil, que sou leviana. Com o punho fechado eu choro pra dentro de mim, e grito por uma salvação. Uma salvação que inclua você, OU NÃO. Faz parte do meu show desistir sem tentar.
Vamos correr até cansarmos, até não aguentar mais.
Vamos gritar até perder as forças, vamos chorar até sentirmos lavagem de alma. Vamos vomitar palavras para o mundo.
ELES PRECISAM OUVIR, mas tudo causa efeito contrário. Um revertério de desilusões causadas por feridas do passado nos atormentam dia após dia.
As cicatrizes mais profundas continuam queimando, secando, sangrando...
E infelizmente, o ser leviano, que vive a base de sonhos, capacidades, retrospectivas do passado e luz, continua sem rumo, apenas vagando.





diazin fodido mermão .-.
essa é a foto titia Lina, e ah, créditos à ela, afinal de contas, foi minha menine que tirou ^^
Foto por Raisa Covre.

quinta-feira, 5 de março de 2009

sem titulo.



Talves seja algo banal demais. Talves seja algo até fraco demais. Ou até mesmo o medo e a glória de saber que o passado não volta. Que vivemos o presente nos preocupando arduamente com o futuro.
O medo por ter ansia de fazer tudo denovo, de quem sabe talves corrigir um grande erro, ou até mesmo reviver um momento belo. Infelizmente não podemos fazer isso. Infelizmente, temos que conviver dia após dia com a certeza de que o passado morreu, ele não existe mais. E tudo que resta é apenas a singela lembrança. Um momento vago.. Um momento que para alguns, é lembrado pra sempre, e para outros, o maior pesadelo.
A glória por saber que momentos ruins passaram, e que houve sim em algum momento, por mais que péssimo de sua vida, a superação. Tal ato que poucas pessoas conseguem por em prática.

É doloroso pensar no passado, é cruel, é vil. Ainda mais quando sentimos que deixamos algo maravilhoso para trás, ou que algo maravilhoso nos deixou...
OK, o fato de convivermos com a dor não a supera, então o que fazer? Seguir a vida? Até quando? Sentir melhoras? Com certeza, é ótimo, é perfeito, é uma das melhores sensações de todos os tempos. Mas o que faz o ser humano pensar que tudo acabou? Que realmente existe um ponto final? A morte? Então é assim que vai ser pra sempre? O ponto final de tudo é a morte? Eu não entendo, não consigo compreender. talves o mal do ser humano seja amar demais. Ele ama tanto, que se esquece dos outros principios.

E eu só tenho uma única pergunta: Que amor?

quarta-feira, 4 de março de 2009

Memories.

Hum, ok. Acho que voltarei a postar aqui constantemente, depois de muito tempo. Alguns dos meus piores pesadelos passaram, mas não posso dizer que as lembranças deles ainda não me assombram. Por mais que 'a pior fase' da minha vida tenha passado, eu AINDA sou um ser humano, e AINDA tenho necessidade de escrever.
Nossa, é brutal o rumo que as coisas tomam quando ficam sem controle. É brutal o fato de você olhar pro passado e não sentir nada a não ser dor. É brutal você parar pra pensar na sua vida e ver que, a maioria dos aprendizados que tirou, são de experiências desconfortáveis.
Digamos que todo ser humano tenha um propósito na vida. Ok, vamos dar um exemplo; há alguns dias atrás, uma professora do Objetivo nos pediu que fizessemos um texto reflexivo sobre SONHOS. E foi uma das situações mais estranhas em que já estive, porque desde crianças minhas redações eram elogiadas por serem boas, por terem um bom enredo, por terem a sinceridade que nem sempre as crianças têm. Pois bem, fiz a maldita redação, e tentei ser o mais sincera possível, mas MESMO ASSIM, senti que foi algo totalmente hipócrita, algo totalmente sem fundamento... pelo menos pra mim...
Escrever que os seres humanos dependem de sonhos para lutar contra o cotidiano louco em que nos encontramos é PÉSSIMO.
Eu não dependo de sonhos, pra falar a verdade, eu NEM SEI se tenho um sonho! o.o'
Pra falar a verdade, meu conceito de sonhos é péssimo! E acho que tudo que eu quero agora é viver em paz... Pelo menos, tudo está se ajeitando bem, e querendo ou não, de um jeito ou outro, TUDO passa, não é?